A tradição vai ganhar uma nova dimensão. A Panini confirmou que já está desenvolvendo o álbum oficial da Copa do Mundo FIFA 2026, e a promessa é ambiciosa: será a maior edição já lançada na história da coleção. Mesmo sem data oficial de lançamento divulgada, o projeto já movimenta fãs e colecionadores que aguardam cada novidade com expectativa crescente.
A próxima Copa será realizada em três países — Estados Unidos, Canadá e México — e marcará a estreia do novo formato com 48 seleções participantes. Naturalmente, o álbum acompanhará essa expansão histórica, refletindo o tamanho do torneio dentro e fora de campo.
Segundo informações divulgadas ao mercado, a coleção poderá contar com cerca de 980 figurinhas, um salto significativo em relação à edição anterior. Serão aproximadamente 112 páginas, oferecendo espaço para jogadores, seleções, estádios e os tradicionais itens especiais que fazem parte da identidade do álbum.
O que muda na edição de 2026?
A ampliação do número de seleções impacta diretamente a estrutura da coleção. Cada país deverá aparecer com 20 jogadores destacados, além de:
- Escudos oficiais das seleções
- Estádios das partidas
- Bola oficial do torneio
- Troféu da Copa
- Figurinhas especiais e versões diferenciadas
- Selos e cromos temáticos exclusivos
Os pacotes de figurinhas, quando chegarem ao mercado, devem conter sete cromos por envelope, com preço estimado em torno de R$ 7 por unidade, seguindo a tendência de edições anteriores.
Quando o álbum deve ser lançado?
Embora a Panini ainda não tenha anunciado oficialmente o cronograma, o histórico das últimas edições oferece uma pista importante. Tradicionalmente, o álbum chega às bancas entre dois e três meses antes do início do torneio.
Com a Copa marcada para 2026, a expectativa do setor aponta para um possível lançamento na segunda quinzena de abril de 2026, com chance de pré-venda já em março. Esse período estratégico ajuda a criar engajamento e mantém o álbum no centro das conversas antes mesmo da bola rolar.
Muito além das figurinhas: um fenômeno cultural
O álbum da Copa não é apenas um produto editorial. Ele se transformou, ao longo das décadas, em um verdadeiro ritual pré-Copa. Desde a primeira edição oficial, lançada em 1970, a coleção atravessa gerações e cria conexões que vão além do futebol.
No Brasil, o movimento começa cedo. Adultos retomam o hábito da infância, jovens entram no universo das trocas e famílias inteiras participam da montagem do álbum. Surgem grupos em praças, encontros em shoppings e comunidades organizadas nas redes sociais, fortalecendo um ecossistema próprio de colecionadores.
O custo de completar o álbum
Completar um álbum com quase mil figurinhas exige estratégia. Sem realizar trocas, o investimento total pode atingir algumas centenas de reais, dependendo da repetição de cromos.
Por isso, as trocas presenciais e online tornam-se parte essencial da experiência. Elas ajudam a reduzir gastos, aceleram o preenchimento das páginas e transformam o processo em algo coletivo. Mais do que economia, existe um componente social que faz toda a diferença.
Uma edição histórica para uma Copa histórica
A Copa de 2026 será a maior já realizada em número de seleções e países-sede — e o álbum acompanhará essa grandiosidade. Ainda distante das bancas, a coleção já nasce com status de marco histórico.
Mais do que reunir jogadores e estatísticas, o álbum da Copa transforma expectativa em memória, cria histórias compartilhadas e reforça um dos rituais mais fortes do futebol mundial: abrir um pacote, sentir o cheiro das figurinhas novas e procurar aquele cromo raro que falta para completar a página.
Se o torneio promete ser inesquecível, o álbum também quer fazer parte dessa história.
Imagem: Divulgação - Arte promocional anunciando o lançamento do álbum oficial da Copa do Mundo FIFA 2026 pela Panini. A imagem destaca que esta será a maior coleção já produzida, com cerca de 980 figurinhas, aproximadamente 112 páginas e participação de 48 seleções. A campanha reforça a expectativa para o lançamento previsto para 2026 e celebra a tradição do álbum como parte do ritual pré-Copa entre colecionadores e fãs de futebol.